Minha vez de posar nu para um ensaio sensual

“Se o mundo real é feito de pessoas reais, por que eu não poderia simplesmente aceitar isso e abraçar de vez o único corpo que eu tenho?”

Esta frase acima foi retirada do primeiro post que fiz aqui neste blog (chamado Fotografia e Autoestima), onde eu conto como a fotografia me ajudou a me conhecer melhor e a aceitar o único corpo que eu tenho.
Desde que me entendo por gente, eu sempre senti algum tipo de vergonha com o meu corpo e com meus trejeitos. Minha família e o meio em que eu fui criado, assim como o tenebroso período escolar, muito contribuíram para estes sentimentos negativos. Eu contei aqui como decidi iniciar um longo processo de autoaceitação e autoconhecimento para que eu finalmente pudesse estar em paz comigo mesmo. Esta necessidade de autoaceitação começou a se manifestar após o termino do meu relacionamento, e é um caminho que eu trilho até hoje. Então… nada mais justo do que um fotógrafo de nu artístico também posar nu.

 

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As velhas inseguranças

Não vou mentir… Ainda há muitas inseguranças em mim, pois o processo de auto-descoberta e autoaceitação é eterno, mas temos que estar sempre avançando e caminhando rumo aos nossos objetivos. Se pararmos, corremos o risco de voltar à estaca zero. E é com este pensamento que voltei a procurar pessoas para me fotografar. Mais uma vez lá estava eu querendo posar nu para um ensaio fotográfico.

Há algum tempo eu fiz um post no Facebook onde eu pedi voluntários para me fotografar. Choveu gente interessada hahahahaha (Aos que se manifestaram, calma gente! Vou encontrar agenda pra todo mundo! Se organizar direitinho todo mundo fotografa! Hahahahaha). E uma dessas pessoas que se manifestaram foi o maravilhoso fotógrafo Jonathan Gonçalves, dono do perfil Retratos da Lente.

Conversamos e logo marcamos a data do ensaio. As fotos aconteceram no apartamento de um grande amigo meu, local que eu já conhecia e já estava mais ou menos habituado. Confesso que no começo eu fiquei nervoso… Aquele velho e conhecido desconforto de tirar a roupa perto de outra pessoa não demorou a se manifestar em mim. Mas engoli o desconforto e segui com o ensaio. Eu estava ali para aquilo! Para posar nu, enfrentar medos e subir mais um degrau na minha autoestima.

 

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Parece que o jogo virou, não é mesmo?

A gente passa a vida toda atrás das lentes, e quando nos encontramos na posição de modelo (de um ensaio nu) é o momento que a vida nos fala “parece que o jogo virou mesmo, né nóm viado?” De início tentei saber o que o Jonathan queria de mim. Será que ele me pediria poses? Poses costumam ser o meu pesadelo, tanto na hora de posar quanto de fotografar.

Mas ele me deixou completamente à vontade para eu me soltar e fazer o que me viesse à mente. Muito inspirado pelos ensaios que eu faço aqui no projeto Sereno Fotografia, coloquei músicas para tocar e decidi começar a me soltar, do meu jeitinho e sem pressão. Comecei com uma seleçãozinha de mantras à Ganesha (coisa que costumo ouvir quando estou meditando ou jogando Tarot) para relaxar. Algumas Skol Beats me ajudaram neste processo de relaxamento e soltura… uehuehuehuehe. Aos poucos Jonathan foi pedindo para eu tirar a roupa, e com um pouquinho de vergonha eu fui obedecendo. Brinquei e dancei em cada pedacinho do apartamento, conforme ele ia me orientando e dirigindo o ensaio.

 

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A liberdade do nu

Um sentimento de liberdade muito intenso começou a surgir. Liberdade com o corpo, com a nudez e com a alma. Por um breve momento estive liberto da “necessidade” de estar sempre vestido ao estar acompanhado de outra pessoa. Meu corpo era leve para ser exatamente o que ele queria ser, muito longe das diferentes personas que assumimos e vestimos no decorrer da vida e da rotina. Era o momento de flutuar e jogar a tensão para longe. Um momento maravilhoso sem me preocupar de como as pessoas estão me vendo e o que podem estar pensando. Me senti um espírito leve brincando pelo ambiente, sem o peso do meu corpo ou de possíveis olhares.

Hoje, depois do ensaio, senti que minha segurança de sair na rua cresceu muito, pois agora eu me conheço muito mais. Conheço ângulos de mim mesmo que eu nunca seria capaz de enxergar no espelho ou produzir numa selfie ou autorretrato. Ampliei o mapa mental que tenho do meu corpo físico, e sinto menos vergonha ainda dele.

Hoje eu amo ainda mais o meu corpo, e o trato com mais carinho e respeito. Ele é o templo do meu ser, o recipiente do meu intelecto e consciência. Ele é minha carruagem e meu lar. Se eu não souber amá-lo e aceita-lo, como poderei me amar?

 

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